Contratar ou não seguro viagem: a roleta-russa dos viajantes




Viva perigosamente, mas não esqueça o seguro!

E já dizia minha querida (coloque o nome do seu parente aqui): “o seguro morreu de velho”.

Quem não me conhece não sabe o quanto que eu sou pão-dura. Se me conhecesse saberia que um dos motivos que me tornou uma exímia planejadora de viagem é justamente meu pão-durismo. Pois passo horas e horas pesquisando as melhores alternativas que me farão gastar pouco dinheiro, sem deixar de aproveitar o passeio, óbvio. Então, gastar dinheiro levianamente não é uma opção para mim.

A primeira vez que ouvi falar e prestei atenção em seguros de viagem foi quando estava na Austrália e queria dar um pulinho básico ali na Tailândia, só que era uma exigência o tal do seguro de viagem. Eu fiquei meio frustrada naquela época, achava bobagem gastar o fruto do meu suor com MAIS um seguro besta. A gente já paga seguro de tudo: casa, automóvel, vida...pagar de viagem também? Mais essa?! Achava que só queriam arrancar meu dinheiro. Naquela época, eu de nada sabia, que inocente.

O seguro viagem é justamente para prevenir o SEU bolso caso ocorra algum imprevisto durante uma viagem. Esse imprevisto, geralmente, está relacionado a saúde, mas também pode incluir problemas de passagem, perda de documentos, entre outros. Claro que se acontecer algo você não ficará sozinho, no relento abandonado, e receberá atendimento. A questão é: quanto isso sairá para o seu bolso?

Até o momento, graças aos deuses, eu não fui vítima de nenhuma fatalidade durante minhas aventuras (não foi por falta de esforço, pobre xico!). Mas presenciei algumas experiências vividas por pessoas queridas que demonstraram o valor de um bom seguro de viagem.

A pessoa em questão primeiro foi dar uma voltinha na Indonésia, e quando chegou no aeroporto foi informada que o voo foi cancelado, pois um vulcão estava soltando cinzas. A previsão para liberar os voos era só daqui 8 dias. Como ela tinha outro voo em 4 dias, bateu aquele desespero. No dia, dormiu num hostel, e esperou para ver o que iria acontecer. Felizmente, no dia seguinte, conseguiu pegar um voo para sair daquele inferno, e no final deu tudo certo. Porém, ela não contratou o seguro de viagem, e apesar de não arcar com os valores da passagem remarcada, teve que arcar com a acomodação, alimentação e transporte, enquanto a situação não era resolvida. 

Essa mesma pessoa, que é mega sortuda, resolveu fazer um mochilão pelo sul da Ásia, e quando estava de rolê pela Tailândia, adoeceu, estava com dengue! Sim! Ela saiu do Brasil para ficar com dengue na Tailândia, uma pessoa abençoada. Só que dessa vez, ela contratou o seguro de viagem, pagou 250 dólares australianos na época. Ela ficou hospitalizada por 10 dias e ainda perdeu passagens para o Camboja. Essa brincadeira chegaria a custar 3 mil dólares australianos, cerca de 10 mil reais! Porém, o seguro, salvador da pátria, cobriu tudo!

A vantagem é que a contratação de um seguro de viagem é relativamente simples, basta apenas ir até o site da seguradora de sua preferência e selecionar o tipo de seguro que se encaixa na sua situação. Muitas vezes, o próprio cartão de crédito pode oferecer seguro viagem. Se está na dúvida qual seguro contratar, o pessoal da Melhores Destinos fez uma pesquisa muito bacana, em que mais de 6 mil pessoas responderam suas preferências de seguro. O resultado se encontra abaixo:


O importante é avaliar com calma e escolher aquele com todos os itens que você acredita que melhor irão te atender.

E se você é muquirana que nem eu, pode ficar tranquilo que um seguro viagem não vai te arrancar um rim, pois o preço não costuma ser exorbitante, mas pode muito bem te salvar de uma enrascada maior.

Agora que você leu tudo isso que vos escrevo, peço que pense bastante sobre o seguro viagem. Não contrata-lo pode ser o mesmo que “brincar” de roleta-russa, uma adrenalina desnecessária.

Quer ajuda para planejar sua próxima viagem e contratar um seguro? Sem problemas, estamos aqui para isso mesmo!


Por hoje é só!

Aquele abraço,
Coração <3

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