Finalmente damos seguimento a saga de carrancas! O que será que esses próximos dias trouxeram, quais aventuras os jovens aventureiros enfrentaram? Será que o touro voltou para conquistar sua vingança? Leia a seguir:
No segundo dia levantamos um pouco mais cedo, pegamos o
carro e decidimos visitar o complexo da fumaça e o complexo Vargem Grande. No
complexo da fumaça há várias cachoeiras, entre elas a Véu da noiva, Fundo da Fumaça
e Fumaça de cima.Vimos apenas a as
cachoeiras do Fundo e Fumaça de cima, e a cachoeira Véu da Noiva ao longe. Tem
um aviso da prefeitura falando que a água não é própria para banho, com risco
de afogamento, mas dizem que é porque a água é muito poluída, de qualquer
forma, com o frio que estava fazendo eu não me arriscaria mesmo! Hahaha
Parte de cima da cachoeira do Fundo da Fumaça
Parte debaixo da cachoeira do Fundo da Fumaçã
Cachoeira da Fumaça
Casal elegante
(Adicione aqui a sua frase filosófica)
Afogamento ou peixe mutante de 3 olhos?
Seguimos então para o complexo Vargem Grande onde se
encontra o famoso Poço da Esmeralda. Assim como no complexo da Fumaça, no
Vargem Grande não se paga para entrar (YES!), eles pedem uma singela
contribuição para manutenção do banheiro! Essa trilha também é uma subida leve
com várias quedinhas d’água para parar e apreciar, sendo o Poço da Esmeralda a
cereja do bolo!Na entrada do complexo
tem um restaurante onde você pode parar para almoçar!
Vista da casinha que da entrada ao complexo Vargem Grande
Das delícias do meio da trilha
Poço do Beija-Flor (?)
Poço Esmeralda (A parte da sombra não mostra o quão verda a água é realmente)
No terceiro dia fomos ao Complexo da Zilda, eu estava
particularmente ansiosa para conhece-lo, pois vi muita coisa sobre lá! O
caminho para o complexo, assim como para o complexo da Fumaça e Vargem Grande, é
estrada de terra, mas muito melhor que muito asfalto por ai!
E quando estávamos quase chegando, não é que tinha uma
vaquinha (dessa vez menos assustadora) no MEIO do caminho?! Xico chegou perto
devagarzinho com o carro, buzinou e nada, foi ele descer mostrando seu tórax
másculo e bater umas palminhas que ela saiu (meu herói)!
MUUUUUU
A entrada para o complexo da Zilda também estava 0800!
Primeiro fomos conhecer a cachoeira do Índio, que fica BEM perto da entrada,
fácil acesso para qualquer um! Ao lado da cachoeira do Índio fica um sítio
arqueológico, e se você pegar para a direita, poderá ver algumas pinturas
rupestres! Também tinha uma trilha meio mocada entre a cachoeira e as pintura
que eu e xico resolvermos seguir. Subimos, subimos e por fim chegamos numa
cerca de arame farpado! Chateados voltamos!
Placa na entrada do complexo + passarinho poser
Cachoeira do índio
Pinturas rupestres
No complexo da Zilda, as coisas não são bem sinalizadas,
falam que tem uma cascata da Zilda e um poço da Proa, porém não há placas
indicando o caminho, você atravessa a cachoeira do Índio pela água mesmo, e a
trilha ainda passa por baixo de uma placa de todo tamanho falando para não
ultrapassar que era propriedade particular. Após nos perdermos em várias
trilhas que não davam em lugar algum, resolvemos passar pela trilha da
propriedade particular, na cara dura mesmo! E foi aí que achamos a bela cascata
da Zilda e mais adiante o poço da Proa. Essa foi de longe a trilha mais pesada
que pegamos, mas ainda assim achei bem tranquilo, se você não tem qualquer
dificuldade de andar. Não fomos no escorregador da Zilda, pois já estávamos bem
de escorregador (eu escorreguei várias vezes passando pelas pedras).
Vista de cima da Cascata da Zilda
Vista de baixo da Cascata da Zilda
Poço da Proa (deu para ver a pedra que parece uma proa?)
Fazendo charme próximo a gruta misteriosa, antes de tomar um belo capote, é claro.
A racha da Zilda, com mais um tanto de quedas d’água parece
ser muito interessante, mas não fomos dessa vez! Muitas pessoas dizem que é
necessário um guia para chegar até lá, e a trilha é mais pesada, com escalada
em paredões. Acho que vale a pena voltar no verão para ver! Mas ainda assim eu
fiquei bem satisfeita, da vontade de passar horas nesse lugar só escutando o
barulho da água caindo!
O complexo da Zilda também possui restaurante, pousada e
área de camping, então é um complexo bem completo!
Para finalizar nossa estadia com chave de ouro em Carrancas,
fomos até o restaurante Recanto para tomar caldos deliciosos e afugentar o frio que domina aquela cidade! E fomos muito bem
atendidos!
Bom, e assim finalizamos a viagem para Carrancas! Espero que tenham gostado, qualquer dúvida só perguntar!
Se gostaram, compartilhem e ajudem outras pessoas a não ficarem tão perdidas assim (viu o que eu fiz ai? pegou? pegou? hahahaha).
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